Agentização de processos vs RPA: qual a melhor escolha?
Por Alexandre Pereira · · 2 min de leitura

A agentização de processos representa a evolução natural do RPA tradicional. Enquanto o RPA funciona com regras fixas e falha em cenários não programados, a agentização usa IA contextual para adaptar-se a variações do processo.
Qual a diferença na prática?
Na emissão de notas fiscais, RPA quebra quando o cliente envia dados em formato diferente. Agentes inteligentes interpretam variações e completam o processo. Na conciliação bancária, RPA trava com lançamentos não categorizados — agentes analisam histórico e sugerem classificações. No atendimento via WhatsApp, RPA responde apenas perguntas programadas, enquanto agentes compreendem contexto e resolvem 85% das demandas sem intervenção.
Por que migrar do RPA para agentização?
Empresas que migraram relatam redução de 70% em exceções não tratadas e diminuição de 60% nos custos de manutenção. O RPA exige ajustes constantes para cada nova variação do processo. A agentização aprende com exemplos e adapta-se automaticamente, mantendo processos funcionando mesmo com mudanças no ERP TOTVS, Senior ou Sankhya.